Micaela Góes lança livro ‘Santa Ajuda’, após sucesso do programa no GNT.
22 de junho de 2017
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Micaela é atriz de formação e consultora em organização por talento nato. Ela não gosta do termo Personal Organizer e prefere ser chamada de consultora porque gosta da ideia de ENSINAR o cliente as técnicas e manter por si só.

No livro lançado com o mesmo nome do Programa Santa Ajuda, Micaela Góes dá dicas e macetes valiosos para quem quer deixar a casa um verdadeiro “brinco”. “São ideias e propostas dinâmicas de como tornar a vida um pouco mais organizada”, revelou, em entrevista ao site Hoje em Dia.

“Santa Ajuda” é dividido, assim como no programa, por ambientes. Assim como no programa de televisão, a ideia é auxiliar o leitor, neste caso, a se organizar melhor, aprendendo como deixar louças, roupas, móveis e objetos diversos dispensados de forma a facilitar o dia a dia dos moradores da casa.

O livro tem prefácio da atriz Camila Pitanga, amiga pessoal e primeira “cliente” de Micaela. Ela foi uma das primeiras pessoas a perceber a vocação da apresentadora para organizar ambientes. “A maior satisfação que este trabalho me dá é ver a transformação acontecendo na vida de uma pessoa. É perceber tanto o alívio que cada um sente ao se livrar dos excessos quanto os benefícios gerados por uma vida mais funcional. É isso que me motiva a seguir plantando sementes”, afirma Micaela Góes na introdução do livro.

Micaela revela que o segredo para uma organização duradoura é fazer a manutenção permanente.Você pode adotar hábitos de organização, como tirar do lugar e colocar de volta, providenciar o conserto do que rasgou ou quebrou, colocar os objetos em seus devidos lugares. Claro que também vai funcionar se você adotar essa prática uma vez por semana, a cada quinzena ou mensalmente. Sempre será válido fazer uma grande organização, mas considero que será um esforço em vão, uma vez que você pode fazer um pouquinho por dia e incluir esse hábito na rotina.

 

Assim como Micaela, também acredito e tento passar aos meus clientes que a premissa básica para manutenção é não deixarmos acumular e não procrastinar pequenas tarefas que podem ser feitas na hora ou com certa frequência, como colocar os sapatos de volta na sapateira e recolher alguns objetos espalhados pela casa.

Podemos fazer uma manutenção eventual mais ‘estética’, de dobras e reorganização das peças quando acontece a troca das estações. Mas o cliente deve estar apto a viver aquela nova rotina com as próprias pernas e sentir o efeito e os benefícios da organização mesmo quando já fui embora.

Gosto de ser chamada para atender um novo cômodo ou até um outro imóvel ou escritório do mesmo cliente, mas aquela peça que foi organizada inicialmente se mantém e apoia a pessoa a viver uma vida mais leve e fluida. Afinal, foi o que ela foi buscar ao me contratar.

Outra coisa que ela traz bem presente na entrevista é como cada casa tem suas peculiaridades e não há regras de certo x errado quando se trata de pessoas e famílias com dinâmicas diferentes.
O que pra mim pode ser essencial, como conjuntos de taças e talheres, para uma casa onde não recebem ou contratam buffets de fora pode ser supérfluo.

Na Organização não há regras, cada casa deve encontrar sua própria funcionalidade e rotina.

Você já encontrou o seu próprio método?

 

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